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Cuidando do seu filhote de Rhodesian Ridgeback

28/01/2016 17:18
Antes de levar para casa seu filhote, você deve comprar uma caixa de transporte (furada), uma cama, coleira, guia, plaqueta de identificação, ração, tigelas próprias para água e comida e brinquedos.
 
Do que o seu filhote precisa:
Seu filhote de Rhodesian Ridgeback é um bebê e como qualquer outro bebê, precisa ser bem cuidado para crescer e se tornar um cão adulto equilibrado. Enquanto cuida de seu filhote, lembre-se que ele se tornará adulto e estabelecerá uma posição na sua família (que para ele é uma matilha) desde o princípio.
 
Crate training
Um cercado (crate) ou caixa de transporte (furada) é essencial. Alguns proprietários de cães pet (animais exclusivamente para estimação), principalmente os marinheiros de primeira viagem, ficam relutantes em utilizar o crate, julgando ser uma gaiola cruel. 
No entanto, o crate não irá somente ajudá-lo a manter sua sanidade, mas fará com que o filhote veja o crate como seu quartinho próprio, sua toca, um lugar seguro em que ele se sente protegido e bem. Crate training (treinamento do cercado), também é vantajoso se seu cão precisar viajar de carro por longas distâncias ou de avião, já que ele já estará habituado a ser contido, o que minimiza muito o estresse dessas situações. 
Um cercado é muito útil para o treino das necessidades (xixi e cocô) no lugar certo. Embora cães sejam animais de toca, preferindo não sujar onde dormem e onde se alimentam, filhotes podem urinar ou defecar no canto do cercado que mais se distancia do canto escolhido por ele para permanecer. E é por esse motivo que o cercado não pode ser grande demais. Se você comprou um cercado grande o suficiente para acolher um Rhodesian adulto, reduza o tamanho do cercado bloqueando uma porção do mesmo com um pedaço de papelão, por exemplo. Ou opte por uma caixa de transporte com capacidade para acomodar um filhote de até uns três ou quatro meses. 
Se necessário, encoraje o filhote a usar o cercado deixando brinquedos ou petiscos no fundo do mesmo. Coloque um cobertor barato dentro – durante a troca de dentes, alguns filhotes mastigam suas camas. Tecidos rasgados dão uma boa cama para o filhote, mas há o risco de ele ingerir um pedaço, o que pode causar uma obstrução digestiva. Para evitar que ele roa objetos impróprios, deixe um osso duro ou outro brinquedo de roer dentro do cercado. 
Não utilize o cercado de forma inadequada. O cercado é um refúgio seguro, não é uma prisão ou local para castigo do filhote. Não esqueça seu filhote na caixa por mais de algumas horas. Filhotes mais velhos, de três a quatro meses de idade não devem ficar presos no cercado por mais de três ou quatro horas. Não confine seu filhote ao cercado quando ele estiver agitando querendo brincar ou correr. Se você passa muito tempo fora de casa, não deixe seu filhote no cercado, a menos haja alguém em casa para soltá-lo e levá-lo regularmente a cada duas a três horas para fazer xixi ou cocô no lugar definido para este fim e brincar. Se você precisa de uns momentos de tempo livre, deixe seu filhote no cercado desde que lá dentro haja um brinquedo para ocupá-lo. 
Mas decida rapidamente se vai adotar o treinamento em cercado com seu filhote, pois ele precisa se acostumar a esse método desde pequenino. Um filhote mais velho, adolescente, pode não aceitar tão bem o cercado como se fosse sua toca particular e pode ficar muito agitado se confinado.
 
O quarto do filhote
Se você resolver não utilizar um cercado ou uma caixa de transporte para a prática do confinamento, faça-o mantendo o filhote em um cômodo seguro de sua casa. Geralmente, a cozinha ou um banheiro servem porque têm paredes e piso fáceis de limpar. Se você quer fazer do filhote um membro da família, a cozinha talvez seja o melhor local. Certifique-se de que os armários estão seguramente fechados. Tire produtos tóxicos do alcance do filhote, mesmo os que estão dentro de armários na altura do cão – ele pode abrir o armário e encontrar o produto. Para mantê-lo no cômodo, instale um portãozinho de cachorro – à venda nas grandes lojas para animais. 
Esse método tem suas desvantagens. O fihote pode acordar antes de você e fazer as necessidades por ali. Portanto, você precisará treinar seu filhote para sujar somente um espaço coberto com jornal, que será definido por você – normalmente na área de serviço. O treinamento do jornal pode atrasar um pouco a educação sanitária do filhote, mas ajudará a manter mais limpa a área. Confine o filhote a uma área pequena. O lugar deve ser grande o bastante para que o filhote eleja um local como “banheiro”, que não seja próximo de suas vasilhas ou de sua caminha. Cubra a área destinada a banheiro com jornal. Uma vez que ele tenha aprendido que lá é o banheiro, você pode até reduzir a área de confinamento, já que o filhote fará as necessidades sempre naquele local. Esse método tem algumas desvantagens em relação ao treinamento de cercado. O filhote passará a fazer xixi e cocô dentro de casa, em vez de fora, no quintal. E alguns filhotes desenvolvem uma preferência pelo jornal e passam a só fazer as necessidades sobre uma folha de jornal. Se esse se tornar o caso, acostume-o a se aliviar em áreas externas colocando uma folha de jornal no quintal ou na rua durante os passeios.
 
 
 
Cama
Ofereça ao filhote uma cama confortável ou um “ninho” feito de cobertores, para que ele possa descansar, dormir e roer seus brinquedos. Opte, preferencialmente, por uma cama ou cobertor facilmente lavável.
 
Coleira
Compre uma coleira de fivela para seu filhote. Ele poderá, inicialmente, coçar a região do pescoço onde está a coleira, mas logo se acostumará à nova sensação. Um filhote irá perder diversas coleiras durante o crescimento. Algumas coleiras são mais econômicas e expandem permitindo ajuste e durando muitos meses até serem finalmente substituídas. Para um ajuste perfeito, passe dois dedos entre a coleira e o pescoço do filhote. Se seus dedos couberam sem esforço, a coleira não está nem muito apertada, nem solta demais. Uma coleira é necessária para pendurar a plaqueta de identificação do filhote e também para levá-lo para passear por meio da guia. Nunca use um enforcador para esses propósitos; trata-se de uma ferramenta de adestramento que só deve ser utilizada por pessoas experientes.
 
Identificação
Imediatamente, providencie uma plaqueta de identificação com seu endereço e número de telefone e coloque-a na coleira do filhote. Como plaquetas caem com relativa freqüência, convém marcar também seu número de telefone na coleira do filhote usando caneta de tinta permanente.
Métodos mais sofisticados de identificação incluem a inserção de um microchip ou transponder do tamanho de um grão de arroz sob a pele do cão na base do pescoço, ou ainda a tatuagem. Muitos hospitais veterinários e estabelecimentos como abrigos (Centros de Controle de Zoonoses) têm aparelhos que identificam o cão, bem como informações relevantes sobre o dono. A tatuagem geralmente é feita na patê interna da coxa do cão. Normalmente se usa o número de registro do cão na CBKC ou algum outro número do proprietário. Mesmo havendo esses métodos sofisticados, não dispense o uso da plaqueta de identificação ligada à coleira do cão. Se um leigo encontrá-lo perdido, vai ser por meio da plaqueta que ele irá contactar você.
 
Guia
A maioria das aulas de obediência pedem uma guia de 1.8m de comprimento. Boas opções são guias de nylon, de algodão ou de couro. Não compre guias com mosquetões muito pesados de metal, que possam representar um desconforto ao filhote. Deixe pra comprar a guia dos seus sonhos quando seu filhote se tornar um cão adulto.
 
Limpando as “sujeirinhas”
Se você pretende manter seu filhote confinado a uma área externa, não esqueça de ter sempre a mão pá e vassoura. Elas facilitarão o trabalho de limpeza das “necessidades” do filhote. Nenhum cão gosta de brincar em uma área minada com montinhos de cocô. Além do mau cheiro, dejetos propiciam o aparecimento de moscas e a multiplicação e disseminação de agentes infecciosos, como vírus e parasitos intestinais. Além disso, um filhote serelepe pode acidentalmente pisar na sujeira e trazer dejetos para dentro de casa. 
Ao levar seu cão para passear leve um saco plástico para recolher as fezes – é uma maneira simples e fácil de manter limpas as ruas e não aborrecer os vizinhos.
 
Brinquedos
Seu filhote precisa de brinquedos próprios e comprar esses brinquedos é muito divertido. Só porque um brinquedo foi desenvolvido para cães não significa que ele é seguro. Por natureza, filhotes trocam de dentes e destroem objetos, então escolha com cuidado que brinquedos levar. Filhotes freqüentemente se divertem carregando brinquedos, dormindo com eles e destruindo brinquedos de pelúcia. É aí que mora o perigo. Filhotes podem ingerir o recheio ou apito dos brinquedos mais moles e isso pode gerar problemas de saúde, como uma obstrução do estômago ou intestino, que muitas vezes requer cirurgia. Supervisione a brincadeira e ofereça brinquedos que o cão possa destruir e até ingerir, sem prejuízo à saúde dele. Boas opções são ossos naturais defumados, ossos de náilon, e brinquedos feitos de borracha bem rígida. Tiras de couro também são bem-vindas. Apenas não as ofereça em excesso. 
Um número muito grande de brinquedos podem confundir o filhote. A maioria fica satisfeita tendo alguns brinquedos rígidos e um de pelúcia. Aumente a coleção gradualmente, à medida que o filhote cresce. Brinque com seu filhote e com os brinquedos, mas não brinque de cabo-de-guerra. Brincar disso encoraja seu filhote a morder mais forte e também estimula o comportamento dominante. Não encoraje seu filhote a mordiscar suas mãos, roupas e pés. Permita que ele direcione as mordidas apenas aos brinquedos. Ensine o filhote a entregar e/ou soltar os brinquedos em suas mãos dizendo “larga” ou “dê aqui”.
 
 
 
Os primeiros dias em casa
Os primeiros dias em casa com seu novo filhote serão alegres, estimulantes e inesquecíveis. No entanto, há diversas coisas importantes que você deve fazer em nome da saúde e bem-estar do filhote.
 
A primeira consulta veterinária
Durante a primeira visita médica, o veterinário poderá detectar a presença de problemas estruturais que poderiam afetar negativamente seu filhote. O ideal é que o veterinário examine seu filhote dentro das primeiras 24 horas. O veterinário verificará por meio da auscultação se há sopro cardíaco e inspecionará o filhote em busca de infecções, hérnias, parasitos externos (pulgas, carrapatos), desalinhamentos de mordedura (oclusão) ou de dentes e, finalmente, elaborará o protocolo vacinal. Se possível, leve uma amostra de fezes fresca para um exame de parasitas internos (vermes).
 
As primeiras noites
Você talvez não consiga dormir tão profundamente quanto gostaria durante as primeiras noites em que seu filhote está em casa. Permita que ele durma dentro do cercado (crate) ou em uma caixa de papelão grande (com a topo aberto) dentro do seu quarto na primeira semana. Depois, você pode levar o cercado ou caixa para o corredor e depois para outro cômodo, gradualmente – muito embora Rhodesians adorem dormir perto de seus humanos. 
Manter seu filhote no seu quarto à noite ajuda-o a se ajustar à nova rotina. Você poderá ouvi-lo e confortá-lo se ele acordar ganindo e assustado. Se ele chorar de forma persistente, pode estar sinalizando que precisa “ir ao banheiro”. Sendo esse o caso, leve-o para a área definida para esse fim. O filhote precisa se ajustar a essa nova vida, mas concessões precisam ser feitas em nome das necessidades dele. Para não estimular sessões de brincadeiras em plena madrugada, devolva o filhote para a caixa ou cercado assim que ele tiver se aliviado. Logo ele irá dormir. Oferecer a última refeição do filhote mais cedo à noite pode reduzir a necessidade de levá-lo para fazer as necessidades à de madrugada. Mas é possível, por outro lado, que ele acorde mais cedo.
 
Considerações de segurança
É importante tornar a sua casa à prova de filhote. Objetos potencialmente perigosos, como plantas venenosas, produtos de limpeza e medicamentos devem ser mantidos fora do alcance do filhote. O mesmo vale para fios elétricos, que devem ficar fora do caminho dele. Filhotes exploram o mundo com a boca e sentem necessidade de roer e morder. Qualquer coisa deixada no chão será testada pelos dentes do filhote. Esses objetos devem ser recolhidos e guardados. 
Também é importante frisar que o filhote pode confundir brinquedos de criança com os dele. O problema é que raramente brinquedos de crianças têm a resistência dos produtos próprios para filhotes caninos. Se ele engolir pedaços desses brinquedos, isso pode gerar um sério problema digestivo e resultar numa salgada conta veterinária. Até que o filhote aprenda a discernir, não permita que o filhote freqüente o quarto de suas crianças sem supervisão de adultos.
 
A vida com o filhote
O filhote de Rhodesian Ridgeback é brincalhão e ativo. Ele alterna períodos de agitada comoção com outros de profundas sonecas. É importante que ele aprenda as regras com o mínimo de estresse e trauma emocional. Tenha paciência. Ajude-o a canalizar a energia dele para atividades aceitáveis, que não impliquem em destruição de objetos. Não encoraje comportamentos em seu filhote que sejam inaceitáveis para um cão adulto. Agora é o momento para seu filhote se acostumar com o toque de mãos sobre o corpo dele, incluindo áreas sensíveis, como orelhas, patas e boca. 
Entre sete e doze semanas de idade, seu filhote estará fofinho e dependente de você. Durante esse período, o filhote tem um alto potencial de aprendizado. Entre 12 e 16 semanas, ele poderá ficar mais voluntarioso, traquinas e destruidor. Nessa idade, você pode treiná-lo por períodos mais longos. Adolescência começa por volta de quatro e cinco meses, quando o filhote perde os dentes de leite. Esse período pode durar até os sete a nove meses de idade do filhote. Tal qual um adolescente temperamental, seu filhote terá dias de rebeldia e insegurança. Pode ser que você precise reforçar comandos de obediência básica que ele já saiba, em vez de ensinar novos. Seja paciente, seu filhote eventualmente crescerá.
Quando você levar seu filhote para brincar fora de casa, observe-o de perto nas primeiras vezes. Um filhote pode comer flores, arbustos, mobília de quintal e se deparar com perigos e até saídas para a rua que você nem conhecia. Algumas plantas e flores – caso do Oleandro – são venenosas. Há diversas listas de plantas tóxicas na Internet – convém lê-las para se certificar de que em seu quintal não há espécies desse tipo. 
Filhotes mais novos têm dificuldade de subir ou descer escadas. Você precisará carregar seu filhote até que ele esteja grande o bastante para enfrentar as escadas sozinho. Não exercite o filhote em excesso mesmo quando ele estiver maior e mais enérgico. Converse com o veterinário e se informe quanto à idade ideal para aumentar a quantidade de exercícios.
 
Crianças e o filhote
Tanto crianças quanto filhotes precisam aprender a se comportar na presença um do outro. Filhotes de Rhodesian têm dentes afiados que podem assustar as crianças se eles brincarem de morder. Filhotes tendem a pular e suas unhas podem arranhar a pele desprotegida. Durante o crescimento, o filhote pode derrubar e até mesmo machucar uma criança pequena. 
Um adulto deve supervisionar o filhote e a criança para se certificar de uma interação segura e apropriada. Crianças devem ser ensinadas a não encorajar o filhote a persegui-las correndo. O filhote deve aprender a nunca correr atrás de crianças ou pular sobre elas. Não permita que a criança brinque de forma bruta com o cão ou que ele brinque de mordiscar a criança. Se o filhote estiver na fase de troca de dentes, peça para as crianças lhe darem um brinquedo para morder e assim poupar suas mãos e roupas. Crianças costumam brincar com o filhote usando os dedos, o que estimula mordidas. Provocar o filhote tomando-lhe o brinquedo também não é desejável, pois pode irritá-lo. O melhor é ensinar as crianças a não provocar o filhote. Quando um cão não quer ser perturbado, ele se levantará e se retirará na área. Nesse momento, crianças (e adultos) devem respeitar a vontade do filhote e deixá-lo a sós. Convém também ensinar as crianças a não incomodar o filhote enquanto ele estiver dormindo.
 
Viagem de carro
A maioria dos Rhodesians gosta de passear de carro. As viagens ficam mais fáceis se o cão não se tornar ansioso, enjoado ou desobediente. Por esse motivo, acostume o filhote desde o início a se comportar no carro. Não permita que ele morda, corra entre os assentos ou coloque com a cabeça para fora da janela. Uma variedade de peitorais restritivos estão disponíveis em pet shops para que seu cão permaneça de forma segura e confortável dentro do carro. Se seu carro for grande o bastante, seu cão pode também ser transportado dentro do cercado ou da caixa de transporte a que ele já está acostumado. 
Comece levando seu filhote em passeios curtos para acostumá-lo. Se você puder parar ocasionalmente para uma visita ao parque ou à casa de um amigo canino, o filhote aprenderá a associar os passeios de carro com uma atividade gostosa. Ensine o filhote a sair do carro calmamente. Ele deve aprender a esperar até que você dê o comando e só então poderá sair. 
Fique atento à temperatura externa quando for sair e tiver que deixar o filhote sozinho dentro do carro. A temperatura dentro do carro pode subir mesmo quando janelas são deixadas parcialmente abertas e com o carro estacionado sob a sombra. É relativamente comum, infelizmente, a morte de cães (por insolação, desidratação e asfixia) que foram deixados no carro enquanto seus donos passeavam no shopping ou almoçavam em restaurantes. Portanto, se o dia estiver quente e se você for demorar muito em seus afazeres, é melhor deixar o cão em casa.
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